sexta-feira, 8 de setembro de 2017

PROPOSTA DE REDAÇÃO ESTILO ENEM (33)


PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema O IMPACTO DAS DROGAS NA VIDA DOS JOVENS BRASILEIROS”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

TEXTO I
Drogas e violência: veja o impacto sobre a família
15 de maio de 2012, 13h54

(...) Ainda assim, o filósofo e professor de Sociologia da Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá (Fatec), João Geraldo dos Santos Júnior, lembrou que essa não é a raiz do problema. Para João Geraldo, existe um motivo maior que leva ao vício em drogas. “É muitas vezes, a falta de perspectiva. É o não-saber o que nós estamos fazendo aqui que gera essa questão de querer se drogar. É a falta de expectativa de vida, de esperança mesmo. Tudo isso leva o jovem e, muitas vezes, até o adulto, a procurar no mundo das drogas um alívio, uma alegria artificial”, afirmou. (...)
O uso de drogas, além de ser um problema em si, constituindo um desafio a ser vencido pela família que tem um dependente químico, é responsável por outros problemas sociais, como a violência.
“As pessoas que se tornam viciadas no Brasil, muitas vezes a maioria, não são capazes de sustentar o seu vício e aí partem para a violência, para o furto, para o roubo, enfim, para sustentar esse vício”, explicou João Geraldo. (...)


TEXTO II

O consumo de drogas podem trazer vários problemas a nível social e de saúde. Esta imagem vai nos ajudar a perceber o prejuízo de um toxicodependente perante a sociedade.


Disponível em https://drogas8b.wordpress.com/tipos-de-drogas-e-curiosidades/. Acesso em 14/062017, às 23:20.

TEXTO III
Ex-usuários de drogas contam histórias de luta e superação para vencer o vício

(...)
Antônio da Anunciação Gomes, 37 anos, entrou para o tráfico de drogas aos 16. Hoje ele está recuperado e é instrutor do Centro de Recuperação Esquadrão Redentor. Essa é mais uma história de luta e superação.
“A pior parte da minha vida veio quando eu comecei a destruir meu lar. O tráfico nos ilude. Eu entrei no lado perverso do uso da droga que me levou a furtar. Eu destruí minha família, vendi tudo que eu tinha dentro de casa para comprar drogas. Até os fios de energia eu tirei para vender”, contou.
Antônio diz que ainda está em fase de recuperação e afirma que a família não está completamente restaurada, pois as sequelas foram grandes.
“O ferimento que causamos é imenso. Hoje eu tenho o respeito da minha família, mas ainda não consegui me reconciliar com minha ex-esposa. Quando usamos drogas não temos amor a vida do próximo, pois vendemos uma ferramenta de destruição. Aparentemente nós controlamos a droga, mas na verdade é a droga que controla o viciado. Então quem tiver em sua família alguém envolvido nas drogas, levem uma palavra aconselhadora. Não deixe seu amigo usar drogas, porque as drogas matam”, completa.
Fonte: Acorda Cidade

TEXTO IV
Álcool e Drogas no Trabalho

“Hoje é segunda-feira e o colega de departamento, que senta ao lado de sua mesa faltou ao trabalho. Ele, aliás, não trabalhou em muitas segundas-feiras do ano que ora termina. Ninguém entende como o colega, com mulher e lindos filhos consegue ser tão irresponsável”.
Essa pequena ilustração nos ajuda a introduzir um dos grandes problemas que ameaçam a instabilidade econômica do nosso país: a questão do uso e consumo de bebidas alcoólicas e drogas em geral, antes, durante e depois do ambiente de trabalho.
A cada dia que passa tem se comprovado que o consumo de álcool e drogas tem afetado a vida de boa parte dos 82 milhões de trabalhadores brasileiros. As empresas também tem tido prejuízos enormes. Segundo cálculos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), o Brasil perde por ano US$ 19 bilhões de absenteísmo, acidentes e enfermidades causadas pelo uso do álcool e outras drogas.
(...)
No âmbito das relações de emprego, a intoxicação habitual faz com que o trabalhador se mantenha em atividade, enquanto pode, por mera obrigação. Passada a fase de euforia e da desinibição, vem a fase da dependência, cuja tendência é se agravar a ponto de dominar totalmente o organismo humano.
O uso periódico e prolongado reduz a capacidade para o trabalho na medida em que afeta o raciocínio, a concentração, etc., alterando sobremaneira o comportamento do trabalhador relativamente à sua responsabilidade, postura, valores morais, e todo mais que possa excluí-lo do convívio social.
Fonte: Cruz Azul

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